quarta-feira, 29 de junho de 2011

tomara que seja verdade

Gente, se der certo vai ter muito cego jogando na mega, pois o
dinheiro é grande.
Abraços Filippe

Menina enxerga pela primeira vez após receber células-tronco
22/07/2009

A inglesa Dakota Clarke, de 2 anos, tinha uma deficiência rara no
nervo ótico. O tratamento, que aconteceu na China, é criticado por
muitos médicos

Nesta semana, uma notícia voltou a chamar novamente a atenção para o
uso de células-tronco. Dakota Clarke, uma garota inglesa de 2 anos,
passou a enxergar após passar por um tratamento na China. Cega de
nascença, ela tinha uma deficiência rara no nervo ótico e, após a
terapia com células de cordão umbilical, as quais foram injetadas em
sua corrente sanguínea, começou a ver formas e cores de objetos.

De acordo com notícia da BBC, o tratamento custou cerca de 40 mil
dólares e foi feito pela empresa americana de biotecnologia Beike
Biotech, que atua em 24 hospitais chineses. Para conseguir o dinheiro,
os pais de Dakota, Darren e Wilma, arrecadaram doações. Eles mantêm um
blog sobre a história da filha e acreditam que o tratamento tem
funcionado como "milagre".

O método usado para tratar Dakota é chamado de IV. Segundo o jornal
britânico Daily Telegraph, o IV é alvo de críticas de muitos médicos e
considerado ainda experimental. O jornal informa que apenas 15 pessoas
até agora receberam esse tratamento. O diretor de comunicação da Beike
Biotech, John Hakim, declarou que a própria empresa não acreditava que
o método seria capaz de realizar tantos benefícios e que o uso do
método será repensado a partir de agora.

Para Salmo Raskin, presidente da Sociedade Brasileira de Genética
Médica, o caso causa estranheza do ponto de vista científico. "Na
ciência, estamos acostumados a ver as coisas caminharem mais
lentamente, após anos de estudos. E esse tratamento aconteceu muito
rapidamente. Não há publicações científicas sobre esse uso específico
das células-tronco. Tudo ainda é muito novo nessa área", diz. Ele
também chama atenção para o fato da empresa, apesar de ser americana,
ter parcerias apenas na China, onde as normas são menos rígidas. "A
impressão é de que o estudo ainda está na fase experimental", afirma.